A Repórter

Em 1985, após curta temporada nas rádios Brasil Central, Aliança e Rádio Pousada, de Caldas Novas (GO), Edna Santos emigrou para a imprensa escrita, onde se firmou como uma das repórteres investigativas mais polêmicas de Goiás.

Trabalhou nos jornais Diário da Manhã, Folha de Goiaz, Cinco de Outubro, Jornal da Imprensa, Impacto, Imprensa Livre, Ponto de Vista, Jornal Tempo Novo, A Hora, Poderes.

Foi assessora de imprensa na prefeitura de Goiânia e na Associação Paulista de Imprensa (API). Tem matérias publicadas na Folha de S. Paulo. Foi citada pela Revista Veja como a repórter que conseguiu fechar 10 garimpos clandestinos de ouro, e de cocaína, no meio da floresta Amazônica, onde ficou prisioneira de bandidos por 62 dias.

É autora dos livros “A Reportagem Proibida” – a obra está censurada pela Justiça – e “Marias”, ainda não publicado. Em 2006 recebeu dois diplomas de Honra ao Mérito, um conferido pelos Correios, outro pela Polícia Militar de Goiás.

 

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